Cavalos e Suas Origens: Standardbred — De um Potro de Fazenda ao Maior Trotador do Mundo

Quase todo Standardbred descende de um único garanhão de 1849, Hambletonian 10. A raça batizada por um padrão de tempo que domina a corrida atrelada.

Cavalos e Suas Origens: Standardbred — De um Potro de Fazenda ao Maior Trotador do Mundo
Standardbred em plena corrida atrelada, puxando o sulky com o piloto encaixado logo atrás do eixo. O andamento veloz e regular, sem romper para o galope, é o que a raça foi criada para sustentar. Foto: Markus Kauppinen / CC BY-SA 4.0 / Wikimedia Commons.
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Em 1849, na aldeia de Sugar Loaf, no estado de Nova York, nasceu um potro baio de aparência tão comum que ninguém viu nele um futuro. O pai, Abdallah, era um cavalo feio e de temperamento ruim, vendido certa vez a um peixeiro por cinco dólares. Mas William Rysdyk, o peão analfabeto encarregado de cuidar da égua e da cria, achou que o potro seria grande. Gastou 125 dólares, quase tudo que tinha, para comprar os dois do patrão. O potro se chamava Hambletonian. Hoje, cerca de nove em cada dez Standardbred do mundo descendem dele.
1849Nasce Hambletonian 10
~90%Da raça descende dele
1:46Recorde da milha no pacing
O Standardbred, conhecido no Brasil como cavalo trotador americano, é a raça desenvolvida nos Estados Unidos no século XIX para a corrida atrelada, aquela em que o cavalo puxa um carrinho leve de duas rodas, o sulky, em vez de levar um jóquei nas costas. É hoje a raça dominante desse esporte no mundo inteiro.¹
O registro oficial é mantido pela United States Trotting Association (USTA), fundada em 1939, sucessora da National Association of Trotting Horse Breeders, que criou o livro genealógico em 1879. No Canadá, o registro equivalente é o da Standardbred Canada.²

O nome vem daí: para ser registrado, o cavalo precisava cumprir um padrão de tempo na milha. Quem corria dentro do tempo entrava no livro; quem não corria, ficava de fora.²

Sugar Loaf, 1849: o peão que apostou no potro feio

A história começa antes, com um cavalo importado: em 1788 chegou aos Estados Unidos o garanhão Puro-Sangue Inglês cinzento Messenger. Ele tinha sido criado para o galope, mas seus descendentes revelaram um talento inesperado para o trote veloz. Foi assim que o Puro-Sangue Inglês, o cavalo de galope por excelência, acabou na origem do Standardbred, uma raça criada para o oposto: trotar em alta velocidade sem romper para o galope.³

Foi o caso do potro de Sugar Loaf. Batizado de Hambletonian, ele era bisneto de Messenger, e foi desse lado da família que herdou o porte. A tendência ao trote veio da mãe, conhecida como a égua de Charles Kent, de linhagem dos Norfolk Trotter ingleses. Mas o cavalo importado Messenger aparecia na ascendência de Hambletonian pelos dois lados, pai e mãe, e foi esse sangue concentrado que ele herdou.⁴
Rysdyk, o peão que tinha apostado as próprias economias no potro, levou-o para casa e, conforme Hambletonian crescia e mostrava velocidade, passou a cobrar pela cobertura de éguas. O potro que ninguém quis fez a fortuna do tratador. Ao longo da vida, o garanhão gerou mais de 1.300 filhos, número altíssimo para a época, e passava a eles a própria velocidade com uma regularidade que nenhum outro reprodutor alcançava. Foi essa consistência, mais que os próprios tempos de Hambletonian na pista, que o tornou o pai da raça.⁴

1879: a raça que o cronômetro batizou

Em 1879, a National Association of Trotting Horse Breeders estabeleceu as regras do novo registro. A principal delas era de desempenho: para ser admitido como reprodutor, um garanhão precisava trotar uma milha em 2 minutos e 30 segundos ou menos, ou 2 minutos e 35 atrelado a uma carroça mais pesada.²

Foi esse critério que deu o nome: o animal tinha de cumprir um standard, um padrão, para ser registrado. Daí Standardbred. Nenhuma outra raça importante foi batizada por uma marca de tempo.²

O critério separava o bom do mediano sem depender de pedigree nobre nem de aparência, num esporte que, ao contrário do turfe a galope, sempre teve fama de ser do homem comum. O fundador da raça, afinal, tinha sido comprado por um peão que mal sabia escrever o próprio nome.⁶

Dexter, Dan Patch e os cavalos que viraram celebridade

Os filhos de Hambletonian foram os primeiros a cumprir o padrão. Um deles, Dexter, nascido em 1858, tornou-se o trotador mais famoso de sua geração e a imagem que ilustrava os antigos cata-ventos americanos em forma de cavalo. Correu a milha em 2 minutos e 17 segundos, marca espantosa para a época.⁴

Mas o cavalo que transformou a corrida atrelada em fenômeno de massa foi um pacer, não um trotador. Dan Patch, nascido em 1896, ficou invicto porque, em pouco tempo, nenhum dono quis mais inscrever seus cavalos contra ele. Passou a correr sozinho, contra o relógio, diante de arquibancadas lotadas. Bateu recordes mundiais sucessivos e manteve uma de suas marcas por mais de trinta anos. Virou marca de produtos, de brinquedos a tabaco, num nível de fama que o esporte equino raramente alcançou nos Estados Unidos.⁷
A prova de trote mais importante do país leva o nome do fundador da raça: a Hambletonian Stakes, disputada desde 1926. É o equivalente, no trote, ao que o Kentucky Derby é para o galope.⁵

Dois jeitos de bater o relógio: o trotador e o pacer

O Standardbred corre de duas maneiras, e a diferença está no andamento. No trote, o cavalo move as patas em pares diagonais: a dianteira direita avança junto com a traseira esquerda. No pacing, a marcha lateral, ele move as duas patas do mesmo lado ao mesmo tempo, num gingado de lado a lado.⁸
O pacer costuma ser um pouco mais veloz e cai menos no galope durante a prova, o que reduz desclassificações. Por isso, na América do Norte, há mais corridas de pacing do que de trote. Os dois grupos são da mesma raça, mas os criadores cruzam trotador com trotador e pacer com pacer, e as duas linhas vêm se separando como subpopulações dentro do Standardbred, mais distintas do que em muitas outras raças.⁸

A separação entre as duas linhas não é absoluta. Mesmo quando se cruza trotador com trotador, cerca de 20% dos filhos acabam correndo como pacers. O andamento não é herdado de forma simples e direta do pai, e é aí que a genética entra na história.⁹

O gene que decide o andamento

Em 2012, um grupo liderado por Leif Andersson identificou que uma mutação no gene DMRT3, apelidada de guardião do andamento, é o fator genético central que permite a um cavalo manter andamentos alternativos em alta velocidade sem disparar para o galope. A descoberta saiu na revista Nature, a partir de um estudo inicial feito com cavalos islandeses.¹⁰

É o mesmo gene que dá ao Cavalo Islandês os seus andamentos extras, o tölt e a andadura voadora. No Islandês, a mutação ainda convive com a versão original, e é a herança em dose dupla que tende a liberar os cinco andamentos. No Standardbred, a história é outra: a mutação está praticamente fixada, presente em quase 100% dos animais, trotadores e pacers.¹¹

Isso gera um quebra-cabeça que a ciência ainda resolve. Se quase todo Standardbred tem a mutação, ela não pode, sozinha, explicar por que uns trotam e outros marcham de lado. Um estudo de 2019, com mais de 500 animais, encontrou dezenove regiões do genoma, em nove cromossomos diferentes, ligadas à preferência pelo pacing. O gene do andamento é necessário, mas são outros genes que ajustam o resultado final.⁹

O sulky e a forma do esporte

O cavalo puxa um sulky, carrinho leve de duas rodas, com o piloto sentado logo atrás, quase deitado sobre o eixo. As pistas são ovais e a largada costuma ser lançada: um carro com uma asa dobrável leva os animais até a linha em velocidade, e a prova começa com todos já em movimento. Manter o andamento é regra absoluta, e o cavalo que dispara para o galope, o chamado break, precisa recuar de posição sob pena de desclassificação.¹²
O padrão de tempo que deu nome à raça também conta a sua evolução. Em 1879, a exigência era a milha em 2 minutos e 30 segundos. Um século e meio de seleção depois, os melhores pacers cobrem a mesma distância em pouco mais de 1 minuto e 46 segundos. A raça que nasceu de um padrão continuou empurrando esse padrão para baixo, década após década.¹³

Parente do Morgan, primo de muita gente

Hambletonian não trabalhou sozinho na formação da raça. Entraram também o Morgan, a primeira raça americana, igualmente nascida de um único garanhão fundador, além do Norfolk Trotter inglês, do Hackney, do Canadian Pacer e do Narragansett Pacer, um andador americano hoje extinto.³

Dessas origens, o Standardbred herdou a combinação que o define: o tamanho e o fôlego do Puro-Sangue, a robustez e o temperamento equilibrado do Morgan, e a aptidão para o andamento lateral dos antigos pacers. O resultado é um cavalo de pernas fortes, dorso poderoso e cabeça reta, mais encorpado que o Thoroughbred.¹

O temperamento é uma marca tão forte quanto a velocidade. Dócil e fácil de lidar, o Standardbred tem uma segunda vida fora das pistas: trotadores aposentados viram cavalos de sela, de passeio e de salto, e há organizações dedicadas a essa transição.¹

O cavalo no Brasil de hoje

A corrida atrelada é pouco difundida no Brasil, onde o turfe sempre foi sinônimo de galope com o Puro-Sangue. Ainda assim, o trote tem um nicho ativo, concentrado em São Paulo, com campeonatos próprios e uma Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Trotador.¹⁴

O plantel nacional é pequeno e abastecido em boa parte por importação de animais dos Estados Unidos. Fora da pista, o Standardbred aparece no Brasil como cavalo de passeio e de lida, aproveitando o mesmo temperamento sólido que o tornou útil em segunda carreira no exterior.¹⁴

Conformação

AlturaEm geral de 1,42 m a 1,70 m, com a maioria entre 1,57 m e 1,63 m.
PesoCerca de 360 a 550 kg.
PelagemPredomina o castanho e o baio; também alazão, preto, tordilho e ruão.
Cabeça e pescoçoCabeça refinada de perfil reto, pescoço bem musculoso, inserido em ombro potente.
CorpoMais encorpado que o Puro-Sangue: dorso forte, garupa potente, pernas robustas.
TemperamentoDócil, equilibrado, trabalhador. Boa adaptação a segunda carreira sob a sela.
AptidõesCorrida atrelada (trote e pacing), montaria, passeio, salto, adestramento, lida.

Linha do tempo

1788Chega aos EUA o Puro-Sangue Messenger, tataravô da raça.
1849Nasce Hambletonian 10, em Sugar Loaf, Nova York.
1867Dexter, filho de Hambletonian, trota a milha em 2:17.
1879Criado o registro com o padrão de tempo que dá nome à raça.
1906Dan Patch, o pacer recordista, vira fenômeno de massa.
1926Primeira edição da Hambletonian Stakes, a maior prova de trote.
1939Fundada a USTA, que mantém o registro até hoje.
2012Andersson et al. identificam o gene DMRT3 do andamento.

Curiosidades

Um pai com mais de mil filhosPoucas raças no mundo dependem tanto de um só fundador. Quatro das linhagens masculinas de Hambletonian se ramificaram a ponto de dominar o pedigree, e o efeito é um funil genético raro: quase toda a variação da raça passou por um único garanhão de uma aldeia do interior de Nova York.
O cavalo que corria sozinhoDan Patch ficou tão superior que os donos rivais pararam de inscrever seus animais para não perder na frente do público. O pacer passou a correr em exibições solo, apenas contra o cronômetro, e ainda assim lotava as arquibancadas. Sua imagem foi licenciada para dezenas de produtos, das rações aos relógios, caso raro de um cavalo virar marca comercial.
O mesmo gene do cavalo islandêsA mutação no gene DMRT3 que permite ao Standardbred manter o trote ou o pacing em alta velocidade é a mesma que dá ao Cavalo Islandês os seus andamentos extras. A diferença é a dose: no Islandês ela ainda varia entre os animais, enquanto no Standardbred está praticamente fixada. Um único gene, descoberto em 2012, conecta um trotador americano a um cavalo de montaria do Atlântico Norte.¹⁰ ¹¹

Ficha técnica

OrigemEstados Unidos, século XIX. Desenvolvido para a corrida atrelada.
RegistroUnited States Trotting Association (USTA), desde 1939; livro genealógico criado em 1879. Standardbred Canada no Canadá.
FundadorHambletonian 10 (1849-1876). Cerca de 90% da raça descende dele.
Raças formadorasPuro-Sangue Inglês (Messenger), Morgan, Norfolk Trotter, Hackney, Canadian Pacer, Narragansett Pacer.
Andamentos de corridaTrote (diagonal) e pacing (lateral). Linhas de criação separadas.
Altura1,42 a 1,70 m; maioria entre 1,57 e 1,63 m.
Peso360 a 550 kg.
AptidõesCorrida atrelada, montaria, passeio, salto, adestramento, lida.
Carreira de corridaLonga; aposentadoria obrigatória em torno dos 14 anos em muitas jurisdições.
Marca genéticaMutação no gene DMRT3 praticamente fixada no plantel.
O que são as peias (hopples) que o pacer usa nas pernas?

São alças plásticas que ligam a pata dianteira à traseira do mesmo lado, ajudando o cavalo a manter o ritmo do pacing e a não disparar para o galope durante a prova. A maioria dos pacers corre com elas, mas há os que dispensam o equipamento, chamados de free-legged. Os trotadores, em geral, correm sem peias; quando as usam, é para corrigir um animal que tende a quebrar o andamento.¹² ¹⁵

Um Standardbred consegue galopar normalmente?

Consegue. Apesar de ser selecionado e treinado para manter o trote ou o pacing, todo Standardbred é capaz de galopar como qualquer cavalo, e um pacer também sabe trotar. O galope é barrado pelas regras da corrida atrelada, não por uma limitação do animal: quem rompe o andamento, o chamado break, perde posição ou é desclassificado. Fora da pista, o galope é um andamento normal do animal.¹⁵

O pacing é a mesma coisa que a marcha do Mangalarga Marchador?

Não, são coisas diferentes, embora ambos sejam andamentos laterais alternativos ao trote. O pacing do Standardbred é um andamento de dois tempos, veloz e de corrida, em que as duas patas do mesmo lado tocam o chão quase juntas, com momento de suspensão. A marcha do Mangalarga é um andamento de quatro tempos, suave e confortável, criado para o conforto do cavaleiro em longas distâncias, não para a velocidade de prova. São objetivos opostos: um busca tempo, o outro busca suavidade.⁸

Quais são os principais problemas de saúde da raça?

Os mais comuns vêm da vida de competição, não de defeitos congênitos. As úlceras gástricas são frequentes, ligadas ao estresse e à rotina de treino intenso. Há também a hemorragia pulmonar induzida por exercício e a inflamação das vias aéreas, além de lesões de tendão e problemas ortopédicos de desenvolvimento em animais jovens muito exigidos. Manejo com pasto, dieta rica em forragem e acompanhamento veterinário reduzem boa parte desses riscos.¹

Como adotar ou comprar um Standardbred aposentado de corrida?

Nos Estados Unidos e no Canadá existem programas dedicados a realocar trotadores e pacers que encerraram a carreira, oferecendo animais a preço acessível para quem quer um cavalo de sela ou passeio. Como o Standardbred costuma sair da pista ainda saudável e com temperamento dócil, é uma opção popular de cavalo de segunda carreira. No Brasil o caminho é diferente: o plantel é pequeno e a aquisição passa por criadores ligados ao trote ou por importação.¹ ¹⁴

Por que o trote de corrida é tão mais rápido que o trote de um cavalo comum?

É uma questão de seleção e de biomecânica somada à mutação do gene do andamento. O Standardbred foi cruzado por gerações apenas entre os mais velozes, o que alongou e acelerou a passada. A mutação no DMRT3 permite que ele sustente o trote em velocidades em que um cavalo comum já teria rompido para o galope. O resultado é um trote de prova que cobre uma milha em pouco mais de um minuto e cinquenta, ritmo impossível para um trote de trabalho.⁹ ¹³

O Standardbred influenciou outras raças pelo mundo?

Sim, de forma ampla. O sangue do trotador americano foi exportado e entrou na formação ou no aprimoramento de trotadores de outros países, e a mutação do gene do andamento aparece em populações de trotadores europeus que receberam essa influência. Onde houve corrida atrelada organizada, o Standardbred costuma estar na base genética dos cavalos locais de trote.¹¹

Qual a diferença entre o sulky de corrida e uma charrete comum?

O sulky é um veículo de competição, reduzido ao essencial: duas rodas de raios, uma armação leve de metal e um assento único, projetado para o menor peso e a menor resistência ao ar possíveis. Uma charrete de passeio é mais pesada, fechada ou estofada, feita para transporte e conforto. O piloto do sulky vai quase deitado sobre o eixo, com os pés apoiados perto dos quartos traseiros do cavalo, posição que não existe na condução de uma charrete.¹²

Fontes

  1. MAD BARN. Standardbred Horse Breed Profile. Origem, raças formadoras, conformação, temperamento e segunda carreira. madbarn.com.
  2. STANDARDBRED CANADA. History of the Standardbred. Padrão de tempo na milha, origem do nome, registro de 1879 e a USTA. standardbredcanada.ca.
  3. HORSE ILLUSTRATED. Breed Portrait: The Standardbred. Messenger, raças formadoras e a origem do registro. horseillustrated.com.
  4. WIKIPEDIA. Hambletonian 10. Nascimento em 1849, pai Abdallah, compra por William Rysdyk, descendência e influência na raça. en.wikipedia.org/wiki/Hambletonian_10.
  5. HARNESSRACING.COM. Standardbreds. História do esporte, padrão de tempo e a Hambletonian Stakes. harnessracing.com.
  6. WIKIPEDIA. Dexter (horse). Filho de Hambletonian 10, recorde de 2:17 e fama no século XIX. en.wikipedia.org/wiki/Dexter_(horse).
  7. WIKIPEDIA. Dan Patch. Pacer nascido em 1896, recordes, exibições solo e fenômeno comercial. en.wikipedia.org/wiki/Dan_Patch.
  8. WIKIPEDIA. Standardbred. Diferença entre trote e pacing, separação das linhas e base do gene DMRT3. en.wikipedia.org/wiki/Standardbred.
  9. STAIGER, E.A. et al. Identification and validation of genetic variants predictive of gait in Standardbred horses. PLOS Genetics, 2019. GWAS com 542 animais; 19 SNPs em 9 cromossomos; ~20% dos filhos de trotadores correm como pacers. PLOS Genetics.
  10. ANDERSSON, L.S. et al. Mutations in DMRT3 affect locomotion in horses and spinal circuit function in mice. Nature, 2012. DOI: 10.1038/nature11399. nature.com.
  11. PROMEROVÁ, M. et al. Worldwide frequency distribution of the 'Gait keeper' mutation in the DMRT3 gene. Animal Genetics, 2014. Mutação fixada em trotadores e pacers americanos. onlinelibrary.wiley.com.
  12. UNITED STATES TROTTING ASSOCIATION. How harness racing works. O sulky, a largada lançada, a regra do break e as pistas ovais. ustrotting.com.
  13. UNITED STATES TROTTING ASSOCIATION. World records. Evolução do recorde da milha no trote e no pacing. ustrotting.com.
  14. RODEO WEST. Standardbred: cavalos com alta performance nas corridas. Panorama do trote no Brasil e a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Trotador. blog.rodeowest.com.br.
  15. STANDARDBRED CANADA. Trainer Guide: Equipment e HARNESS RACING 101. Funcionamento das peias (hopples), pacers free-legged, regra do break e a capacidade de galope da raça. standardbredcanada.ca.
André Ferreira

André Ferreira

André é o responsável atual pela condução editorial e estratégica do Multicavalos, um portal voltado ao universo equestre. Entusiasta do ramo, André dedica-se ao estudo e à observação do setor, buscando compreender suas práticas, rotinas, desafios e evoluções.