O nome significa o que parece"Konik" é simplesmente o diminutivo de "koń" - cavalo em polonês. Konik significa "cavalinho". O nome foi formalizado em 1923 por Vetulani, mas já circulava entre camponeses da região de Biłgoraj muito antes disso.
A cor que muda com a estaçãoA pelagem cinza-rato do Konik não é uniforme ao longo do ano. Fica mais clara e quase branca no inverno, e mais amarelada no verão. Pesquisadores sugerem que essa mudança foi uma adaptação de camuflagem - o cavalo se tornava invisível na neve e se misturava às gramíneas douradas.
Não é descendente direto do TarpanApesar da aparência e da narrativa, estudos genéticos mostram que o Konik não tem ligação genética mais forte com cavalos selvagens do que qualquer outra raça doméstica. O DNA mitocondrial do Konik é compartilhado com muitas raças europeias. O que Vetulani recriou foi o fenótipo - a aparência - não a genética selvagem.
A égua que teve 25 potrosEm 70 anos de monitoramento em Popielno, uma égua produziu 25 potros ao longo de 30 anos de vida reprodutiva, com apenas duas estações sem prenhez. É o recorde documentado do programa - e um testemunho da longevidade e fertilidade natural da raça.
O Heck Horse - o experimento paraleloEnquanto Vetulani trabalhava na Polônia, os irmãos alemães Heinz e Lutz Heck faziam seu próprio experimento: cruzar Koniks com cavalos de Przewalski, Dülmener, Islandeses e Gottland Russ para criar o que chamavam de um Tarpan recriado. O resultado foi o Heck Horse - uma raça diferente, mais controversa, que alguns museus ainda apresentam como "o Tarpan de volta".
12,9 km por dia, todo diaEm Popielno, os pesquisadores calcularam que os Koniks percorriam em média 12,9 km diários em busca de alimento - e podiam chegar a 70 km em períodos de seca, quando precisavam encontrar fontes de água distantes. A locomotiva silenciosa dos ecossistemas europeus.