Cavalos e Suas Origens: Cavalo Clydesdale — O Motor Industrial da Escócia

O cavalo Clydesdale foi engenheirado em Lanarkshire em 1715 para puxar carvão e arar fazendas. Sobreviveu graças, em parte, a uma cervejaria americana.

Cavalos e Suas Origens: Cavalo Clydesdale — O Motor Industrial da Escócia
Equipe oficial Budweiser Clydesdale em apresentação, com os oito cavalos baios, caneleiros brancos e crinas ornamentadas no padrão fixado pela Anheuser-Busch desde 1933 — e o dálmata de mascote sentado entre os condutores, tradição mantida desde 1950.
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Numa rua íngreme de Glasgow, em 1880, uma parelha de Clydesdales desce a colina puxando uma carroça com várias toneladas de carvão. As rodas batem nas pedras, os cascos enormes encontram a junta entre pedras com precisão. Aquela rua existe assim, com aquela inclinação, porque os cavalos podiam subi-la. A cidade industrial e o cavalo eram, em parte, a mesma coisa.
17156º Duque de Hamilton importa o primeiro garanhão flamengo
140.000Cavalos de fazenda no auge na Escócia, maioria Clydesdale
1933Budweiser entra na história
O Cavalo Clydesdale é uma raça de tração escocesa originária do vale do rio Clyde, em Lanarkshire. O stud book oficial é mantido pela Clydesdale Horse Society, fundada em 1877 com sede em Bothwell, Escócia. O primeiro registro genealógico foi publicado em 1878.¹ ²

Nos Estados Unidos e Canadá, o registro é da Clydesdale Breeders of the USA, fundada em 1879. Na Austrália, é a Commonwealth Clydesdale Horse Society, de 1918. No Brasil, não existe associação específica, e os animais são fruto de importações pontuais desde 1999.¹ ³ ¹⁵

1715: o Duque de Hamilton importa um garanhão flamengo

O Clydesdale não é uma raça nativa refinada ao longo dos séculos. Foi engenheirado. A decisão de criar um cavalo de tração mais pesado para Lanarkshire é documentada e atribuída a duas figuras do século XVIII.¹ ²

O Sexto Duque de Hamilton importou um garanhão flamengo escuro e o disponibilizou gratuitamente aos seus arrendatários. John Paterson, da fazenda Lochlyloch, trouxe da Inglaterra um garanhão flamengo preto. Os dois eram inominados nos registros, mas seus filhos saíram diferentes do estoque local: maiores, com mais ossatura, com pés mais largos.¹ ⁴

O motivo era prático. As fazendas de Lanarkshire trabalhavam em solo argiloso pesado, as minas de carvão precisavam tirar centenas de toneladas por dia, e Glasgow demandava transporte sobre ruas empedradas íngremes.⁵ ⁶

Lampits Mare, 1806: a égua na origem de quase todo Clydesdale moderno

Os pedigrees começaram a ser anotados por escrito no início do século XIX. Em 1806, na fazenda Lampits, nasceu uma potranca filha do garanhão preto de Paterson, que ficou conhecida como Lampits Mare.¹ ⁷

Quase todo Clydesdale vivo hoje pode ser rastreado até ela. Um de seus filhos, Thompson's Black Horse, conhecido como Glancer, foi um dos garanhões mais influentes da formação inicial da raça.¹ ⁷

Diferença em relação ao Morgan: enquanto o cavalo americano teve fundador masculino, o Clydesdale tem fundadora feminina, com vários filhos garanhões espalhando o tipo pela região.¹

1826: a primeira vez que a palavra Clydesdale aparece num catálogo

Em 1826, durante uma exposição em Glasgow, o nome Clydesdale apareceu pela primeira vez registrado para designar a raça. Antes disso, os animais eram chamados genericamente de cavalos de tração escoceses. Clydesdale era o nome antigo para o vale do rio Clyde, e a designação geográfica acabou virando nome de raça.¹

Em 1840, o cavalo de tração escocês e o Clydesdale eram a mesma coisa. A diferenciação entre tipos regionais menores como Galloway, Kintyre e Banffshire ainda apareceria no primeiro stud book de 1878, mas o Clydesdale já dominava a paisagem agrícola escocesa.¹ ⁸

O sistema de hiring que padronizou a raça

A partir da década de 1830, sociedades agrícolas locais passaram a operar um sistema peculiar de melhoramento. A cada temporada, faziam exposições para escolher o melhor garanhão Clydesdale da região.¹

O dono recebia um prêmio em dinheiro, mas tinha uma obrigação anexa: precisava percorrer uma rota designada, levando o garanhão para cobrir éguas em fazendas específicas. Os registros vão até 1837.⁵

O efeito foi padronizar o tipo Clydesdale com velocidade incomum. Cada região recebia o material genético dos melhores garanhões, e os cruzamentos sucessivos espalharam características desejáveis pelo norte da Escócia e pela Inglaterra setentrional.⁵ ⁶

1877: a Clydesdale Horse Society e o stud book

A Clydesdale Horse Society foi fundada em 1877 em Glasgow, com sede atual em Bothwell. O primeiro volume do stud book oficial foi publicado em 1878 e registrou tipos regionais ainda em existência: Galloway, Kintyre e Banffshire.¹ ²

Em 1879, foi fundada a American Clydesdale Association, depois renomeada Clydesdale Breeders of the USA. O primeiro stud book americano saiu em 1882.¹

Em 1883, surgiu por pouco tempo a Select Clydesdale Horse Society, responsável pela introdução oficial de sangue Shire na raça nas décadas seguintes, justificando até hoje a semelhança entre Clydesdale e Shire.¹

20.183 cavalos: o motor do Império Britânico

Entre 1884 e 1945, a Clydesdale Horse Society emitiu 20.183 certificados de exportação. Os destinos incluíam Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, América do Sul, Rússia, Itália e Áustria. Em 1911, num único ano, 1.617 garanhões deixaram a Escócia.¹ ² ⁹

Na Austrália, entre 1924 e 2008, mais de 25.000 Clydesdales foram registrados. O apelido informal foi "the breed that built Australia": a colonização agrícola australiana entre 1906 e 1936 foi tão dependente da raça que outras de tração praticamente não eram conhecidas.¹

O Clydesdale foi, num sentido literal, o motor de tração do Império Britânico em sua transição para a era industrial. Cultivou os campos do oeste americano, puxou carroças em Glasgow, e arrastou o carvão que alimentou as siderúrgicas escocesas.⁹ ¹⁰

A Primeira Guerra Mundial e o início do declínio

Em 1914, o Exército Britânico convocou Clydesdales em larga escala para puxar artilharia, suprimentos e ambulâncias na Frente Ocidental. A maioria não voltou. Os cavalos sobreviventes encontraram uma economia diferente: tratores começavam a substituí-los nas fazendas e caminhões faziam o transporte urbano.¹ ⁹

O declínio se acelerou entre as duas guerras. Em 1946, a Inglaterra ainda tinha mais de 200 garanhões reprodutores Clydesdale registrados. Em 1949, eram 80. Em 1975, o Rare Breeds Survival Trust classificou a raça como vulnerável à extinção, com menos de 900 fêmeas reprodutoras restantes no Reino Unido inteiro.¹ ¹¹

O Clydesdale tinha sido engenheirado com tanta precisão que, quando a função desapareceu, a raça quase desapareceu junto.¹⁰ ¹¹

1933: a entrega da Budweiser à Casa Branca

Em 7 de abril de 1933, o presidente Franklin D. Roosevelt assinou a Cullen-Harrison Act, reabrindo a venda legal de cerveja nos Estados Unidos depois de 13 anos de Lei Seca.¹² ¹³

Em St. Louis, August Anheuser Busch Jr. e Adolphus Busch III decidiram fazer um presente surpresa para o pai, que havia liderado a Anheuser-Busch durante toda a Lei Seca. Compraram seis Clydesdales atrelados a uma carroça de cerveja Budweiser e os apresentaram diante da fábrica.¹² ¹³

A operação seguinte foi planejada para a imprensa. A equipe foi de trem a Nova York, desceu a Quinta Avenida puxando a carroça até o Empire State Building, e partiu para Washington, onde entregou ao presidente Roosevelt uma das primeiras caixas oficiais de Budweiser pós-Proibição. Os Clydesdales viraram, dali em diante, símbolo da marca.¹² ¹³

1953: por que uma cervejaria começou a criar cavalos

Em 1953, a Anheuser-Busch montou um programa próprio de criação Clydesdale, em Grant's Farm (St. Louis) e depois em Warm Springs Ranch (Missouri). O critério: castrados, no mínimo 1,83m, baio com quatro caneleiros brancos, lista no rosto, crina e cauda pretas, peso entre 820kg e 1.040kg.¹² ¹³

O efeito sobre a raça foi maior que o publicitário. A Livestock Conservancy, organização americana de conservação de raças domésticas, reconhece formalmente que o compromisso da Anheuser-Busch nas décadas de 1950 e 1960 foi crítico para a sobrevivência do Clydesdale na América do Norte.¹⁰

Em momento de baixa absoluta, foi a empresa que manteve um plantel grande e bem cuidado.¹⁰

Uma raça britânica engenheirada para o trabalho industrial do Império acabou sendo salva, num continente diferente, por uma cervejaria americana que celebrava o fim da Lei Seca.¹⁰

Como é o cavalo Clydesdale

O Clydesdale moderno tem entre 1,63m e 1,83m de altura, com peso de 750kg a 900kg. Garanhões e castrados grandes ultrapassam 1,83m e podem chegar a 1.000kg. A raça era originalmente menor: a partir dos anos 1940, criadores passaram a selecionar animais maiores, característica intensificada pelos Budweiser Clydesdales.¹ ⁵

A pelagem mais comum é o baio, mas a raça aceita preto, castanho, alazão e ruão. As marcações brancas extensas no rosto e nas pernas vêm da genética sabino. O feathering, os pelos longos e sedosos das canelas até a coroa do casco, é a marca visual mais reconhecível.¹ ⁵

A ação no andamento é alta e limpa, com cada casco erguido completamente do chão a cada passo. Em saúde, a raça apresenta predisposição a Linfedema Crônico Progressivo. A Equine Grass Sickness, doença ainda não totalmente compreendida, afeta especificamente cavalos pastando em determinadas regiões da Escócia.⁵ ¹⁴

O Clydesdale no Brasil

A presença é muito limitada. Os primeiros dois exemplares chegaram em 1999, importados como machos castrados. Segundo o portal Agron, a importação inicial é atribuída a Cláudio Borja, da Estância São Francisco Borja, em Amparo, São Paulo.¹⁵ ¹⁶

A primeira importação reprodutiva da raça para a América do Sul aconteceu em 2009, quando o Haras Bandeirantes, no Rio de Janeiro, adquiriu sete animais nos Estados Unidos e Canadá. Em 2010, mais sete cavalos foram importados.¹⁶

Não existe associação brasileira específica nem registro genealógico nacional. Os criadores nacionais inscrevem seus animais nos stud books americano ou britânico. Estimativas reproduzidas por publicações setoriais situam o plantel atual entre 10 e 20 animais, número que carece de confirmação por dados oficiais.¹⁵ ¹⁶ ¹⁷

Linha do tempo

1715O Sexto Duque de Hamilton importa um garanhão flamengo escuro para Lanarkshire, oferecendo seu uso gratuito aos arrendatários.
~1750John Paterson de Lochlyloch traz da Inglaterra um garanhão flamengo preto que vira base genética principal.
1806Nasce na fazenda Lampits a potranca que vira ancestral comum de quase todo Clydesdale moderno: a Lampits Mare.
1826Primeiro registro do nome Clydesdale para a raça, em exposição em Glasgow.
1837Registros mais antigos do sistema de hiring de garanhões, instrumento decisivo para padronizar o tipo.
1877Fundação da Clydesdale Horse Society em Glasgow.
1879Fundação da American Clydesdale Association, depois renomeada Clydesdale Breeders of the USA.
1911Pico de exportação anual: 1.617 garanhões deixam a Escócia em um único ano.
1933Entrega dos primeiros Clydesdales Budweiser à Casa Branca, em comemoração ao fim da Lei Seca.
1953Anheuser-Busch monta programa próprio de criação Clydesdale, mantido até hoje.
1975Rare Breeds Survival Trust classifica a raça como vulnerável à extinção.
1999Primeiros dois Clydesdales chegam ao Brasil, importados como machos castrados.
2009Haras Bandeirantes faz a primeira importação reprodutiva da raça para a América do Sul.

Curiosidades

Os cavalos de tambor da Cavalaria RealA Household Cavalry britânica usa Clydesdales e Shires como Drum Horses, os cavalos que carregam os tambores de prata em desfiles e cerimônias de Estado. Cada cavalo precisa ter no mínimo 1,73m e suportar dois tambores de prata pesando 56kg cada. Os tambores foram presente da rainha Vitória ao regimento, em 1837. A escolha se justifica pelo temperamento dócil e pela capacidade de carregar peso elevado em passo regular sem perder a calma diante de multidões.¹⁸
A raça que construiu a AustráliaEntre 1924 e 2008, mais de 25 mil Clydesdales foram registrados na Austrália. Entre 1906 e 1936, a raça foi criada de maneira tão extensiva no país que outras raças de tração eram praticamente desconhecidas no campo. O apelido "the breed that built Australia" vem dessa fase: foram os Clydesdales que araram os terrenos coloniais até a chegada definitiva da mecanização.¹
A doença misteriosa do pastoA Equine Grass Sickness é uma doença equina ainda mal compreendida, que causa disfunção do sistema nervoso autônomo e morte na maioria dos casos clínicos agudos. A Escócia tem a mais alta incidência mundial documentada e o Clydesdale está entre as raças mais afetadas. A causa exata é desconhecida, com hipóteses que incluem uma toxina produzida por bactéria do gênero Clostridium.¹⁴

Ficha técnica

OrigemLanarkshire, Escócia. Nome derivado do antigo nome do condado, vale do rio Clyde.
Stud book oficialClydesdale Horse Society, fundada em 1877, Bothwell, Escócia. Primeiro stud book em 1878.
Registro nos EUAClydesdale Breeders of the USA, fundada em 1879, Pecatonica, Illinois.
Altura1,63m a 1,83m. Garanhões e castrados grandes podem ultrapassar 1,83m.
Peso750kg a 900kg em média. Animais excepcionais podem chegar a 1.000kg.
PelagensBaio (mais comum), preto, castanho, alazão e ruão. Marcações brancas extensas no rosto e nas pernas são típicas.
AndamentoTrote alto e limpo, com cada casco erguido completamente. Conformação ativa apesar do porte.
ConservaçãoVulnerável (Rare Breeds Survival Trust, desde 1975).
Plantel mundialCerca de 5.000 animais. 4.000 nos EUA e Canadá, 800 no Reino Unido, restante distribuído.
BrasilSem associação nacional. Importações pontuais a partir de 1999. Plantel estimado entre 10 e 20 animais.
SaúdePredisposição a Linfedema Crônico Progressivo. Equine Grass Sickness afeta cavalos pastando na Escócia.
AptidõesAtrelagem, desfile, exposição, exibição cerimonial. Em uso secundário, montaria de lazer.
Por que o Clydesdale é tão associado à Budweiser?

Em abril de 1933, os filhos de August Anheuser Busch Sr. surpreenderam o pai com seis Clydesdales atrelados a uma carroça de cerveja, para celebrar o fim da Lei Seca. A equipe foi enviada à Casa Branca para entregar uma das primeiras caixas de Budweiser ao presidente Franklin Roosevelt. Em 1953, a Anheuser-Busch criou um programa próprio de criação Clydesdale, mantido até hoje. A Livestock Conservancy reconhece que esse compromisso foi crítico para a sobrevivência do Clydesdale na América do Norte.¹⁰ ¹² ¹³

Qual o tamanho de um Clydesdale adulto?

Entre 1,63m e 1,83m de altura na cernelha, com peso de 750kg a 900kg. Alguns garanhões e castrados ultrapassam 1,83m e podem chegar a 1.000kg. A raça era originalmente menor: a partir dos anos 1940, criadores passaram a selecionar animais maiores para impressionar em desfiles, característica consolidada com a influência dos Budweiser Clydesdales no padrão americano.¹ ⁵

O Clydesdale está em risco de extinção?

Sim, é classificado como vulnerável pelo Rare Breeds Survival Trust desde 1975. A população global é estimada em cerca de 5.000 animais: 4.000 nos Estados Unidos e Canadá, 800 no Reino Unido, restante distribuído em Austrália, Nova Zelândia, Rússia, Japão e Alemanha. No auge, em meados do século XIX, a Escócia tinha cerca de 140.000 cavalos de fazenda, a maioria Clydesdale puro ou parcial.¹ ¹¹

Qual a diferença entre Clydesdale e Shire?

As duas raças são parentas próximas e foram cruzadas entre si nas décadas de 1880 e 1890, quando o sangue Shire foi introduzido oficialmente no Clydesdale. O Shire tende a ser mais alto e mais pesado. O Clydesdale tem feathering mais limpo, perfil facial mais elegante e ação alta no andamento, com cada casco erguido a cada passo. O Shire vem da Inglaterra central, especialmente Lincolnshire e Cambridgeshire. O Clydesdale vem de Lanarkshire, na Escócia.¹

Existe Clydesdale no Brasil?

Sim, mas em escala muito limitada. Os primeiros dois Clydesdales chegaram em 1999, importados como machos castrados. A partir de 2009, o Haras Bandeirantes, no Rio de Janeiro, importou os primeiros animais reprodutores dos Estados Unidos e Canadá. Não existe associação brasileira específica nem registro genealógico nacional. Estimativas de fontes setoriais brasileiras situam o plantel atual entre 10 e 20 animais, número que carece de confirmação por dados oficiais consolidados.¹⁵ ¹⁶

Vídeo "Clydesdales: o mais alto e mais forte cavalo do mundo!", do biólogo e conservacionista Richard Rasmussen, publicado em novembro de 2023 como parte da série Guia de Raças.

Fontes

  1. Wikipedia. Clydesdale horse. Síntese consolidada com referências sobre origem, cronologia institucional e exportações. Disponível em: en.wikipedia.org/wiki/Clydesdale_horse.
  2. Clydesdale Horse Society. Breed History. Site oficial da associação fundada em 1877. Sede em Bothwell, Escócia. Disponível em: clydesdalehorsesociety.com/breed-history.
  3. Clydesdale Breeders of the USA. Associação americana fundada em 1879. Mantém o stud book americano desde 1882. Disponível em: clydesusa.com.
  4. Britannica. Clydesdale: heavy draft-horse breed. Verbete enciclopédico sobre origem em Lanarkshire e importação dos garanhões flamengos. Disponível em: britannica.com/animal/Clydesdale.
  5. Oklahoma State University. Clydesdale Horses. Verbete acadêmico sobre características, sistema de hiring e padrão. Disponível em: breeds.okstate.edu/horses/clydesdale-horses.
  6. Horse & Hound. The Clydesdale horse: the pride of Scotland. Reportagem especializada sobre origem, conformação e papel histórico. Disponível em: horseandhound.co.uk.
  7. SporthorseData. The Lampits Mare Pedigree. Banco de pedigree esportivo com a entrada da égua fundadora, registro do nascimento em 1806. Disponível em: sporthorse-data.com/pedigree/lampits-mare.
  8. Tally-Ho Tours. Horse Breeds — the Clydesdale. Síntese histórica com referência a Lampits Mare e Glancer. Disponível em: tallyhotours.com/horse-breeds-the-clydesdale.
  9. Preserving Clydesdale Horse Traditions. Projeto de preservação de tradições da raça, com dados sobre exportações 1884-1945. Disponível em: clydesdalehorse.org.
  10. The Livestock Conservancy. Clydesdale Horse. Reconhece formalmente o papel da Anheuser-Busch na sobrevivência da raça. Disponível em: livestockconservancy.org/clydesdale-horse.
  11. Rare Breeds Survival Trust. Watchlist — Clydesdale. Classificação oficial britânica de raças vulneráveis à extinção. Disponível em: rbst.org.uk.
  12. Anheuser-Busch / Journal Patriot. The Budweiser Clydesdales History. Documentação corporativa sobre a entrega de 1933 à Casa Branca e o programa de criação iniciado em 1953. Disponível em: journalpatriot.com.
  13. Cowgirl Magazine. Clydesdale Horses: Gentle Giants. Reportagem sobre o programa Budweiser, Grant's Farm e critério de seleção. Disponível em: cowgirlmagazine.com/gentle-giants-clydesdale-horses.
  14. Mad Barn. Clydesdale Horse Breed Guide. Perfil veterinário sobre Linfedema Crônico Progressivo, Grass Sickness e nutrição. Disponível em: madbarn.com/clydesdale-horse-breed-profile.
  15. André G. Cintra. Raças de Cavalos Criadas no Brasil. Compilação veterinária com nota sobre ausência de associação Clydesdale no Brasil. Disponível em: andrecintra.vet.br.
  16. Animal Business Brasil. Clydesdale o cavalo da Budweiser. Reportagem sobre o Haras Bandeirantes, primeiro a importar Clydesdales para fins reprodutivos na América do Sul. Disponível em: animalbusiness.com.br/clydesdale-o-cavalo-da-budweiser.
  17. Agron Agronegócios Online. Cavalo Clydesdale. Reportagem brasileira de janeiro de 2025 com dados sobre a importação inicial de 1999 atribuída a Cláudio Borja. Disponível em: agron.com.br.
  18. Household Cavalry Museum. Drum Horses. Sobre o uso de Clydesdales e Shires como cavalos de tambor da Cavalaria Real, incluindo os tambores de prata de 1837. Disponível em: householdcavalry.co.uk.
André Ferreira

André Ferreira

André é o responsável atual pela condução editorial e estratégica do Multicavalos, um portal voltado ao universo equestre. Entusiasta do ramo, André dedica-se ao estudo e à observação do setor, buscando compreender suas práticas, rotinas, desafios e evoluções.