Cavalos e Suas Origens: Cavalo Nokota — O Cavalo de Guerra dos Nativos Americanos
O Nokota sobreviveu um século nas Badlands de Dakota do Norte. Em 1986, dois irmãos compraram os últimos exemplares em leilões do parque para evitar o abate.
O Nokota sobreviveu um século nas Badlands de Dakota do Norte. Em 1986, dois irmãos compraram os últimos exemplares em leilões do parque para evitar o abate.

É classificado como feral e semi-feral. Feral designa animais descendentes de domésticos que voltaram ao estado selvagem, ao contrário de selvagem, que implica espécie que nunca foi domesticada. Os Nokotas descendem de cavalos domésticos que viveram sem intervenção humana por mais de um século nos badlands de Dakota do Norte.¹
Parcialmente. O Dr. Sponenberg avaliou os rebanhos em 1994 e identificou cerca de 20 animais no plantel Kuntz com conformação consistente com padrões espanhóis coloniais. O Nokota também carrega sangue Percheron, Puro-Sangue e possivelmente cavalos canadenses de origem francesa. É um tipo híbrido histórico, não um descendente puro de cavalos ibéricos.⁷
Ruão azul é uma pelagem com base genética preta e pelos brancos distribuídos pelo corpo, criando aparência azulada ou prateada. É uma cor relativamente rara na população equina global. No Nokota tornou-se dominante, provavelmente por pressão seletiva nos plantéis Lakota. É hoje a pelagem mais associada visualmente à raça.³
A partir de 1986, o parque introduziu garanhões externos e substituiu os garanhões dominantes originais. Em 2000, o último Nokota de tipo tradicional foi retirado do parque. Os cavalos atuais do THRO são principalmente cruzamentos de Quarto de Milha.²
Através da Nokota Horse Conservancy em nokotahorse.org, que gerencia o plantel de conservação e o processo de adoção. Candidatos preenchem uma solicitação avaliada pela conservação para garantir lar adequado. A raça é extremamente rara fora dos EUA.²