Cavalos e Suas Origens: Quarto de Milha — O Cavalo que Construiu o Oeste Americano e Conquistou o Campo Brasileiro

O Quarto de Milha tem 7 milhões de registros na AQHA e 700 mil no Brasil. A raça que correu nas colônias americanas e hoje domina o campo brasileiro.

Cavalos e Suas Origens: Quarto de Milha — O Cavalo que Construiu o Oeste Americano e Conquistou o Campo Brasileiro
O padrão ideal da raça Quarto de Milha em tela de Orren Mixer. Direitos Reservados: American Quarter Horse Association (AQHA)
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Em 19 de fevereiro de 1970, um alazão tostado chamado Caracolito recebeu o número 0001 da recém-fundada Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha. Já havia sido três vezes Grande Campeão americano. A missão era clara: provar que o Quarto de Milha poderia se tornar o cavalo do campo brasileiro. Ele desapareceu em setembro de 1974, deixando 195 filhos registrados. O que veio depois já não dependia de um único garanhão.
+7 miRegistros na AQHA (maior do mundo)
+700 milAnimais na ABQM (2º plantel global)
22Modalidades esportivas oficiais ABQM
R$ 35 biEstimativa do setor no Brasil (IBEqui/Esalq)

Como o Quarto de Milha é chamado

No Brasil, a raça é chamada de Quarto de Milha. O termo quartista designa quem trabalha ou compete com a raça. Nos documentos oficiais da ABQM, o nome é Cavalo Quarto de Milha. Em publicações internacionais e na AQHA, o nome oficial é American Quarter Horse.³

A origem do Quarto de Milha

A história começa não no Texas, mas nas Carolinas e na Virgínia coloniais, no início do século XVII. Os colonizadores ingleses que lavravam a terra e cavalgavam no dia a dia corriam seus cavalos nos fins de semana, nas ruas das vilas e nas estradas entre as plantações. O percurso padrão era um quarto de milha, equivalente a 402 metros.¹ ²

O problema: os cavalos ingleses disponíveis não eram rápidos em distâncias curtas. A solução veio dos índios Chickasaw, que criavam poneis compactos e ágeis, descendentes dos cavalos trazidos pelos exploradores espanhóis ao continente. Esses animais eram fruto do cruzamento entre o Bérbere norte-africano e o cavalo ibérico nativo, resultado da invasão moura da Península Ibérica iniciada em 710. Eram os mesmos cavalos que Cortez usou na conquista do México e Coronado montou em sua busca pelas cidades de ouro no sudoeste americano.¹ ²

O cruzamento dos poneis Chickasaw com os cavalos ingleses produziu algo novo: um animal compacto, musculoso e explosivo em distâncias curtas, dócil o suficiente para trabalhar durante a semana e correr no fim de semana.¹

Janus e a formação do tipo

Em 1752, o planter virginiano, isto é, proprietário de grandes plantações, John Randolph importou um garanhão chamado Janus, neto do Godolphin Arabian, um dos três pilares fundadores do Puro-Sangue Inglês ao lado do Byerley Turk e do Darley Arabian, e o cruzou com éguas que carregavam o sangue Chickasaw.¹ ²

O resultado foi o protótipo do Quarto de Milha moderno: compacidade de forma, força e poder, nas palavras dos criadores da época. Janus transmitia velocidade em distâncias curtas com consistência notável através das gerações.²

Steel Dust e o cavalo do cowboy

Sir Archy, Puro-Sangue Inglês nascido em 1805 e filho de Diomed, vencedor do primeiro Derby de Epsom, influenciou a raça durante meio século. Seus filhos Steel Dust e Shiloh chegaram ao Texas, Steel Dust por volta de 1844 e Shiloh em 1849, e se tornaram os garanhões fundadores do Quarto de Milha texano.¹ ²

Por décadas, antes de existir associação ou stud book, o registro genealógico oficial da raça, os cowboys chamavam todos os Quartos de Milha de "Steeldusts", em homenagem ao lendário Steel Dust. O ingrediente final foi a influência do Mustang, descendente selvagem dos cavalos ibéricos que corriam livres no sudoeste americano. Seu sangue, incorporado ao longo de gerações de cruzamentos na fronteira, adicionou resistência à linhagem Janus-Sir Archy.¹

Quando o gado Longhorn começou a ser tocado do Texas para o Kansas pelos trilhos do Chisholm Trail, o Quarto de Milha foi junto. A identidade do cowboy americano foi construída em cima desse cavalo.¹ ²

A fundação da AQHA

Na década de 1930, um grupo de criadores começou a conversar nas feiras de gado de Denver, Fort Worth e Tucson: queriam uma associação para uma raça genuinamente americana. O responsável por transformar essa conversa em estrutura foi Robert "Bob" Denhardt, professor da Texas A&M, que passou três anos pesquisando a história da raça antes de publicar seu primeiro artigo no Western Horseman em 1939.²

Em 15 de março de 1940, 75 criadores se reuniram no Fort Worth Club e fundaram oficialmente a American Quarter Horse Association, a AQHA. Em março de 1941, o primeiro cavalo foi registrado com o número P-1: Wimpy, garanhão da King Ranch, filho de Solis (Puro-Sangue Inglês) e neto de Old Sorrel, o garanhão fundador da linhagem King Ranch.¹ ²

Em novembro de 1974, a AQHA registrou seu milionésimo cavalo, a primeira associação equina a atingir esse marco na história. Hoje ultrapassa 7 milhões de registros.¹

A chegada ao Brasil

Em 26 de fevereiro de 1954, o garanhão Saltillo Jr. desembarcou na Fazenda Bartira, em São Paulo, trazido pela Swift King Ranch (SKR), subsidiária brasileira da King Ranch do Texas. Com ele vieram seis éguas. Era a primeira vez que o Quarto de Milha pisava em solo brasileiro.⁶

Em 15 de agosto de 1969, no Parque da Água Branca em São Paulo, foi fundada a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha, a ABQM. Seis meses depois, em 19 de fevereiro de 1970, Caracolito recebeu o número 0001.⁷ ⁸

Nascido nos Estados Unidos em 10 de março de 1957, Caracolito tinha como pai Caracol, da linhagem Macanudo-Old Sorrel, e como mãe La Calabaza, filha de Wimpy P-1. Old Sorrel aparece nos dois lados do pedigree. Havia sido três vezes Grande Campeão americano, além de dois Reservados Grandes Campeonatos e vinte e duas primeiras colocações. Desapareceu em 17 de setembro de 1974, deixando 195 filhos registrados na ABQM.⁷ ⁸

Como é o Quarto de Milha

O Quarto de Milha é um cavalo de porte médio, robusto e excepcionalmente musculoso, especialmente nas regiões da garupa, coxas e antebraços. Altura média de 1,50 m na cernelha. Peso médio de 500 kg.³

CabeçaPequena e leve, com faces muito musculosas e ganachas mais largas que a garganta, o que proporciona grande obediência às rédeas.
OlhosGrandes e bem afastados, garantindo campo visual amplo.
PescoçoInsere-se no tronco em ângulo de 45°.
TroncoCurto e musculado, permitindo mudanças rápidas de direção.
GarupaLonga e discretamente inclinada, facilitando o engajamento natural dos posteriores. É a base biomecânica das paradas rápidas e das arrancadas explosivas.
CoxasMais largas que a própria garupa.
TemperamentoForça e tranquilidade: quando não está trabalhando, mantém-se calmo e reunido, pronto para partir em qualquer direção.

As pelagens aceitas pela ABQM

A ABQM aceita 12 pelagens para registro. Não são admitidos animais pampas, pintados e brancos, que são padrões de coloração com manchas irregulares ou pelagem inteiramente branca sem pigmentação na pele.⁴

AlazãoPelagem mais comum da raça. Todo o corpo, membros, crina e cauda em tonalidade avermelhada. O cruzamento entre animais alazães obrigatoriamente gera produtos alazães.
Alazão tostadoTonalidade homogênea semelhante à borra do café. Pode ser confundida com o preto ou zaino quando apresenta reflexos avermelhados ao sol.
BaioCorpo em tonalidade amarelada ou dourada, com crina, cauda e membros pretos. Pode apresentar zebruras nas pernas e a lista de burro no dorso.
PalominoTonalidade amarelo-dourado no corpo e membros, com crina e cauda em tom mais claro, podendo chegar ao branco.
CastanhoTonalidade muito avermelhada no corpo, com membros, crina e cauda pretos. Segunda pelagem mais comum na raça.
CremeloPelo branco ou creme bem claro, crina e cauda brancas, pele cor-de-rosa e olhos azuis.
LobunoPelagem acinzentada ou esfumaçada, também conhecida como "pêlo de rato", com extremidades pretas.
PerlinoPelagem creme bem clara ou branca, pele rósea, crina e cauda com tonalidade cobre ou laranja, olhos azuis.
PretoPelo do corpo, crina, cauda e membros na mesma tonalidade preta.
RosilhoPelagem base castanha ou alazã com grande infiltração de pelos brancos pelo corpo, com incidência maior nos flancos e virilhas. Cabeça e extremidades mantêm a pelagem base.
TordilhoInfiltração progressiva de pelos brancos que começa geralmente na cabeça e se espalha pelo corpo. Os animais nascem com pelagem base e ficam mais brancos com a idade. Para ser tordilho, um dos genitores obrigatoriamente também deve ser tordilho.
ZainoPelos pretos e castanhos entrelaçados, dando tonalidade geral escura, com regiões como bochechas, axilas, flancos e virilhas mais claras.
CalçamentosO padrão racial permite áreas de pelos brancos localizados no corpo de até 10 cm². Para membros anteriores, os calçamentos não podem ultrapassar uma linha imaginária no joelho. Para membros posteriores, o limite é a ponta do jarrete.

O cow sense

Uma das características mais valorizadas no Quarto de Milha é o cow sense: a aptidão natural do animal para antecipar e acompanhar o movimento do gado bovino durante o manejo, sem necessidade de comando explícito do cavaleiro.³ ⁶

Essa capacidade foi selecionada geneticamente ao longo de séculos de trabalho de rancho, desde os tempos do Texas, quando o Quarto de Milha precisava manter a tensão na corda de laço sozinho enquanto o cowboy descia para pear o novilho. É o que torna esse cavalo indispensável no manejo extensivo de bovinos e o que o levou a dominar as provas de trabalho com gado no Brasil.⁶

As modalidades esportivas no Brasil

A ABQM oficializa competições em cerca de 400 categorias distribuídas em 22 modalidades. As provas são agrupadas em três grandes categorias: Conformação, Trabalho e Corrida.³ ⁵

ConformaçãoAvalia os animais pelo padrão racial, comparando-os por divisão de idade e sexo.
CorridaVelocidade pura sobre distâncias curtas. O Rei e Rainha da Velocidade é o principal evento nacional da categoria.
ApartaçãoCavalo e cavaleiro separam um bovino do rebanho. O cavaleiro larga as rédeas quando o boi é escolhido: o cavalo trabalha sozinho a partir daí.
LaçoEm seis variações: laço cabeça, laço pé, laço em dupla, laço comprido (armada), laço individual cronômetro e laço técnico. Introduzido no Brasil em julho de 1975 pelo juiz Bobby Seals, durante o 5º Leilão Oficial da ABQM.
VaquejadaDois vaqueiros alcançam um bovino em corrida, emparelham-no entre os dois cavalos e o tombam numa faixa marcada pela condução da cauda. Reconhecida pela Lei Federal 13.364/2016 como manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial brasileiro.
RédeasO conjunto executa rebarros (paradas bruscas deslizando sobre os posteriores), spins (giros de 360 graus), rollbacks (mudança de direção de 180 graus saindo ao galope) e círculos ao galope. O cavalo deve ser guiado com pouca ou nenhuma resistência.
Ranch sorting / Team penningEquipes de dois ou três cavaleiros conduzem bovinos numerados entre currais em tempo cronometrado.
Working cow horseCombina manobras individuais de rédeas com trabalho direto com um bovino na arena.

O plantel e a economia da raça no Brasil

O Quarto de Milha é a raça equina mais populosa do Brasil. Os cinco estados com maior plantel registrado na ABQM são São Paulo (267.185 animais), Paraná (54.832), Minas Gerais (43.271), Mato Grosso do Sul (37.061) e Goiás (30.341).⁵

O plantel consome cerca de 1,2 milhão de toneladas de ração por ano, com gasto estimado em R$ 950 milhões. A mão de obra direta ultrapassa 463 mil empregos. Em 2024, a ABQM registrou mais de 22,1 mil potros e distribuiu premiações superiores a R$ 16 milhões em seus eventos oficiais.⁵

O setor movimenta estimativa preliminar de mais de R$ 35 bilhões por ano, segundo o Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui) e a Esalq/USP.¹⁰

O Hall da Fama da ABQM

Desde 2011, a ABQM homenageia os maiores nomes da raça no Brasil. Em sua 13ª edição, chegou à lista dos 100 maiores, entre pessoas e animais.⁹

Entre os cavalos imortalizados estão ST Cajuina, reprodutora número 1 do Brasil e o animal mais pontuado de todos os tempos na ABQM com 1.443 pontos acumulados; Saltillo Jr., o garanhão que abriu caminho para toda a história da raça no país; e Caracolito, o número 0001.⁹

Curiosidades

Caracolito desapareceuO primeiro Quarto de Milha registrado no Brasil, Caracolito número 0001, simplesmente desapareceu em 17 de setembro de 1974. Não morreu de doença documentada, não foi vendido para outra propriedade com registro. Desapareceu. Deixou 195 filhos cadastrados na ABQM antes de sumir.
Steeldust: o nome que precedeu a raçaAntes de existir associação ou stud book, os cowboys chamavam todos os Quartos de Milha de "Steeldusts", em homenagem ao garanhão Steel Dust, que chegou ao Texas por volta de 1844. O nome da raça só virou oficial em 1940, mas o apelido Steel Dust já circulava há quase um século.
O primeiro milionário do mundo equinoEm novembro de 1974, a AQHA registrou seu milionésimo cavalo. Foi a primeira associação equina do mundo a atingir esse número. Hoje passa de 7 milhões, mais do que o dobro da segunda maior associação de raça equina do planeta.
ST Cajuina: 1.443 pontosST Cajuina é o animal mais pontuado de todos os tempos na ABQM, com 1.443 pontos acumulados. É também a reprodutora número 1 do Brasil. Os dois títulos juntos num mesmo animal são raros no hipismo esportivo.
Old Sorrel em dois lados do pedigree de CaracolitoCaracolito tinha Old Sorrel, o garanhão fundador da linhagem King Ranch, no lado paterno e no lado materno do pedigree. Isso significa que o primeiro Quarto de Milha do Brasil carregava, por duas vias diferentes, o sangue do animal que mais definiu a raça no século XX americano.
22,1 mil potros em 2024Em 2024, a ABQM registrou 22,1 mil potros nascidos no Brasil. Para referência: a população inteira de cavalos Przewalski no mundo, em 2025, é estimada em pouco mais de 2.700 animais. O Brasil produz mais Quartos de Milha em um ano do que o total de cavalos selvagens que existem no planeta.

Ficha técnica

Nome oficialCavalo Quarto de Milha / American Quarter Horse
OrigemCarolinas e Virgínia coloniais, século XVII. Formado por cruzamentos Chickasaw, Puro-Sangue Inglês e Mustang.
Fundação da AQHA15 de março de 1940, Fort Worth Club, Texas. Primeiro registro: Wimpy P-1 (março de 1941).
Registros mundiaisMais de 7 milhões (AQHA, maior associação de raça equina do mundo)
Chegada ao Brasil26 de fevereiro de 1954, com Saltillo Jr. na Fazenda Bartira, São Paulo (Swift King Ranch)
Fundação da ABQM15 de agosto de 1969, Parque da Água Branca, São Paulo
Nº 0001 ABQMCaracolito · 19 de fevereiro de 1970
Plantel brasileiro+700 mil registros (2º maior plantel da raça fora dos EUA)
Altura média1,50 m na cernelha
Peso médio500 kg
Pelagens aceitas12 pelagens. Não aceitos: pampas, pintados e brancos.
Modalidades ABQM22 modalidades, cerca de 400 categorias
Setor econômicoR$ 35 bilhões/ano (estimativa IBEqui/Esalq-USP) · 463 mil empregos diretos

O Quarto de Milha é a raça de cavalo mais registrada do mundo?

Sim. A AQHA ultrapassou 7 milhões de cavalos registrados e é a maior associação de raça equina do mundo. No Brasil, a ABQM tem mais de 700 mil animais, o segundo maior plantel da raça fora dos Estados Unidos.¹ ⁵

Por que a raça se chama Quarto de Milha?

O nome vem da distância de um quarto de milha (402 metros), percurso padrão das corridas realizadas nas colônias americanas nos séculos XVII e XVIII. Era a distância em que esses cavalos demonstravam velocidade superior a qualquer outra raça da época.¹ ²

Qual foi o primeiro Quarto de Milha registrado no Brasil?

Caracolito, alazão tostado nascido em 10 de março de 1957, recebeu o número 0001 da ABQM em 19 de fevereiro de 1970. Tinha como pai Caracol, da linhagem Macanudo-Old Sorrel, e como mãe La Calabaza, filha de Wimpy P-1. Havia sido três vezes Grande Campeão americano. Desapareceu em setembro de 1974, deixando 195 filhos registrados.⁷ ⁸

Quais modalidades esportivas o Quarto de Milha pratica no Brasil?

A ABQM oficializa cerca de 400 categorias em 22 modalidades: corrida, apartação, laço em seis variações, vaquejada, rédeas, três tambores, seis balizas, ranch sorting, team penning e working cow horse, entre outras.³ ⁵

O que é o cow sense do Quarto de Milha?

É a aptidão natural do animal para antecipar o movimento do gado bovino durante o manejo, sem precisar de comando explícito do cavaleiro. Selecionada geneticamente ao longo de séculos de trabalho de rancho, é um dos atributos mais valorizados tanto no campo quanto nas arenas de competição.³ ⁶

Qual estado brasileiro tem mais cavalos Quarto de Milha?

São Paulo lidera com 267.185 animais registrados pela ABQM, mais de um terço do plantel nacional. Paraná (54.832) e Minas Gerais (43.271) ocupam o segundo e terceiro lugares.⁵

O Quarto de Milha serve apenas para esporte e campo?

Não. A raça tem presença documentada na equoterapia, com o projeto EquoABQM apoiando 38 centros em todo o Brasil, e no policiamento montado das Polícias Militares, onde o temperamento dócil e o porte equilibrado tornam o animal eficiente no trabalho urbano.⁶

Fontes

  1. American Quarter Horse Association (AQHA). History of AQHA: Building America's Horse. Disponível em: aqha.com.
  2. Hedgpeth, Don. They Rode Good Horses: The First Fifty Years of the American Quarter Horse Association. AQHA, 1990. Disponível em: aqha.com.
  3. Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM). Padrão Racial. Disponível em: abqm.com.br.
  4. ABQM. Pelagens Oficiais. Disponível em: abqm.com.br.
  5. ABQM. Números do QM. Disponível em: abqm.com.br.
  6. ABQM. Quarto de Milha no Brasil. Disponível em: abqm.com.br.
  7. Compre Rural. Caracolito: primeiro cavalo oficialmente registrado pela ABQM. Disponível em: comprerural.com.
  8. Cavalus. Caracolito recebeu o registro nº 1 da ABQM. Disponível em: cavalus.com.br.
  9. ABQM. 13º Hall da Fama. Revista Horse, 15 fev. 2024. Disponível em: revistahorse.com.br.
  10. Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui) / Esalq-USP. Estimativa preliminar do movimento econômico do setor equestre brasileiro.
André Ferreira

André Ferreira

André é o responsável atual pela condução editorial e estratégica do Multicavalos, um portal voltado ao universo equestre. Entusiasta do ramo, André dedica-se ao estudo e à observação do setor, buscando compreender suas práticas, rotinas, desafios e evoluções.